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Não acreditem em médicos que propõem tratamentos revolucionarios…  Sempre desconfie dessas modinhas milagrosas!

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Sempre desconfiem!

Por Doutor | Arquivado em Doutor, Pediatria, Utilidade Pública

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emergencia

A medicina de emergência é aquela cujo médico, chamado de médico emergencista, tem como função diagnóstico e tratamento de qualquer situação imprevista, sem agendamento prévio, que esteja causando intenso sofrimento e/ou que tenha potencial para morbidade e mortalidade, se não abordada precocemente. Em suma, é aquele que trabalha atendendo urgências e emergências.

São dois os cenários principais: O primeiro e mais comum é o pronto-socorro (PS), foco principal deste texto, o outro é o atendimento fazendo resgate, como no caso dos médicos de unidades móveis do Corpo de Bombeiros, SAMU e forças armadas.

Embora desempenhem funções semelhantes, o emergencista é diferente do médico intensivista, que é aquele responsável pelo tratamento de pacientes em unidades de tratamento intensivo (UTI). O emergencista é aquele que tem o primeiro contato com o paciente, enquanto o intensivista atua num segundo momento, a depender da gravidade do caso.

Trabalhar com urgências e emergências pode ser bastante atrativo para estudantes e jovens médicos, mas a forma como esse profissional é tratado no Brasil, faz com que toda empolgação e interesse na área se transformem em agonia e sofrimento para o médico que se aventura no ramo.

Muitos consideram o trabalho em um pronto-socorro como o pior emprego que um médico pode ter. É muito comum ouvir dos profissionais da área que a principal meta em suas carreiras é mudar para áreas mais tranquilas e valorizadas da medicina. O porquê dessa aversão é o que pretendo abordar e, como de costume, dividi as diversas questões envolvidas em tópicos, para que o texto fique fácil e didático.

1)      A especialidade nem é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina:

No Brasil a medicina de emergência não é reconhecida como especialidade médica. Quando precisam de “especialistas” na área, recorrem a intensivistas ou a profissionais que fizeram cursos ou pós-graduações voltadas para o atendimento de urgências e emergências.

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Juro que coisas desse tipo acontecem…

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